Mariza santos de jesus
Paripiranga - Ba
02/08/2026 20:11:31
Meu filho tem 9 anos e desde os 5 é tá de Zé Ramalho e canta e toca todas as músicas
Mary Ellen candido
JoÃo Pessoa - PB
02/08/2026 16:09:55
Olá, estou lançando um livro escrito pelo meu pai GEMY Cândido, com título de dicionário biobibliográfico da literatura paraibana, Zé Ramalho está sendo citado neste livro, e gostaria de convida lo para o lançamento. Deixei o convite no Instagram dele. Mas não obtive resposta. Espero que esta mensagem chegue até ele. Abç
JAQUELINE JULIANA DA SILVA
Congonhas - MG
29/07/2026 03:58:13
Zé,vi um documentário teu,onde ninguém te escutava, até que conseguiu dar a letra de trança vermelha para Amelinha.Mandei quatro letras seguindo seu jeito de compor para poucos entender.Estareibem Lafaiete no seu Show,foram muitos que vi,vou levar as letras.Estou doente, talvez seja o último show seu que vou ver.Eu cantava na noite,sei muitas composições duas.Deixa eu subir só palco,se não for p cantar com vc,pelo menos um abraço.Jaqueline de Congonhas!
GuimaK
Porto Alegre - RS
27/07/2026 23:44:53
Minha primeira vez com Zé Ramalho Quase 50 anos depois de ouvir Zé pela primeira vez em 1978 - quando a agulha tocou o vinil e o Quasar empurrou o som de A dança das borboletas para as Akai -, me sinto ainda como o menino de 13 anos que espera o irmão chegar da capital com o LP do ZR. Escrevi sobre isso e compartilho a íntegra da crônica em: https://substack.com/@guimak/p-208754906
Jadiel Santiago
Balsas - MA
20/07/2026 07:11:06
Olá, Zé. Tudo bem? Há anos acompanho sua trajetória com o ouvido atento de quem procura compreender o que existe por trás da criação musical. Estudando seu catálogo, deparei-me com um enigma que passou a me inquietar: o intervalo de dez anos entre Sinais dos Tempos, de 2012, e Ateu Psicodélico, de 2022. Durante esse período, houve regravações, releituras e tributos, mas poucas inéditas. Por que a caneta silenciou por tanto tempo? Quando Ateu Psicodélico foi lançado, ouvi o álbum com muita atenção. Serei sincero: como admirador da força criativa dos anos 1970, não encontrei nele o mesmo impacto musical dos grandes clássicos. Entretanto, como pesquisador, achei o disco fascinante. Sua poética despertou em mim uma série de perguntas. No manifesto do encarte, você escreveu que as doze canções nasceram no isolamento imposto pela Covid, em “mediúnicas horas de inspiração e silêncio”, e que suas sonoridades seriam “fagulhas que apressam os neurônios”. Percebi ali um compositor diferente. A intensidade da juventude, atravessada pelo underground recifense, pelas experiências daquele período e por um ambiente de transgressão, parece ter dado lugar a uma criação mais consciente, concentrada e cerebral. Por isso, lanço algumas perguntas ao vento: A mente sóbria do artista maduro precisou de um acontecimento extremo, como a pandemia, para reabrir a janela das composições inéditas? Sem os antigos estímulos e excessos, o domínio da técnica passou a administrar com mais cuidado a energia destinada à criação? Quem é o Zé Ramalho mais verdadeiro: o compositor conduzido pelo transe poético de Avôhai ou o artista consciente de Ateu Psicodélico, que aprendeu a administrar o próprio silêncio? Venho pesquisando a relação entre estados mentais, uso de substâncias, composição e sobriedade. Meu interesse principal está no que acontece com o processo criativo depois que o artista abandona determinadas experiências e passa a produzir sob outra condição física, emocional e mental. Gostaria de saber se você já tratou dessa transição, do silêncio criativo ou das mudanças em sua maneira de compor em livros como Carne de Pescoço e Pássaro Cativo, ou em algum texto publicado em seu site. Tenho uma hipótese muito forte sobre esse mecanismo, mas reconheço que somente o próprio artista conhece plenamente as razões de seu silêncio e as transformações de sua criação. Deixo estas perguntas com profundo respeito por sua vida, sua sobrevivência e seu extraordinário legado. Um abraço fraterno, Jadiel Santiago Professor de música Balsas, Maranhão
EDUARDO SERAFIM NEIVA DE ALBUQUERQUE SOUSA
Picos - Pi
19/07/2026 23:05:04
https://youtube.com/watch?v=vX_eRQAkXZU&lc=UgxxcgbVT4pNDlxcu6l4AaABAg&si=6MyavfWF8ClZ6QVb Segue o comentário de uma história real meu ídolo, minha história, descrever foi uma honra Rei da Paraíba. Como questionamento de todos os que manifestaram na referida postagem e descrença do vídeo por parte dos relatos lá mencionados. A grande verdade é meu relato . Segue meu humilde manifesto por meio de mensagem neste conteúdo do link acima. Humildade é virtude, é resiliência humana e disposição do próprio ser. Em 1998 na cidade de Picos - PI, com 8 para 9 anos implorei meus pais para me levarem no show de Zé Ramalho meu ídolo, na época Tontonho Silva produções (in memorian) explicou ser muitos a quererem fotos e ver o cantor, além de empresários e patrocinadores que tinham privilégios, ao contar sobre uma criança do cabelo grande que era seu fã, Zé Ramalho fez questão de quebrar o protocolo e a burocracia mundana para atender e conhecer uma criança que segue com o aprendizado daquele dia hoje aos 35 anos, disse o Rei da Paraíba que autorizou que eu fosse conhecer-lo pessoalmente no camarim pois quão mais puro suas poesias, crônicas, versos, composições e músicas, era saber que sua música iria além da fama e das letras reconhecidas que auto retratavam sua vida, me disse que o prazer era todo dele em ter um fã que embora fosse uma criança soube ter a simplicidade de aguardar pra vê-lo mesmo após ser informado da impossibilidade, pedindo em voz serena e alta no camarim ,que bom fosse se aos adultos coubesse a fé das crianças, a paciência do humilde e o olhar singelo de quem se satisfaz com a possibilidade, pois a conquista é consequência de quem antes sonhou ou idealizou, sigo seu FÃ absoluto, tive um avohai na vida real, e nunca mais tive medo da porteira nem também dá companheira que nunca dormia só. Viva ao nordeste e respeita o Rei da Paraíba.
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