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Josinaldo Pereira

Navegantes - Sc

07/08/2026 01:45:37

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Tenho uma canção que acho a tua cara..eu vivi seu sucesso....estudava e minha mãe me dava 30 contos para almoçar e eu, comia cachorro quente poe 5 reias para comprar seu disco....eu colecio ava vocé , moraes moreira e fagner tinha todos os dicos de vocés....podes por favor falar comigo?47999207878 meu apelido " lote" ...abraço

Mariza santos de jesus

Paripiranga - Ba

02/08/2026 20:11:31

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Meu filho tem 9 anos e desde os 5 é tá de Zé Ramalho e canta e toca todas as músicas

Mary Ellen candido

JoÃo Pessoa - PB

02/08/2026 16:09:55

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Olá, estou lançando um livro escrito pelo meu pai GEMY Cândido, com título de dicionário biobibliográfico da literatura paraibana, Zé Ramalho está sendo citado neste livro, e gostaria de convida lo para o lançamento. Deixei o convite no Instagram dele. Mas não obtive resposta. Espero que esta mensagem chegue até ele. Abç

JAQUELINE JULIANA DA SILVA

Congonhas - MG

29/07/2026 03:58:13

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Zé,vi um documentário teu,onde ninguém te escutava, até que conseguiu dar a letra de trança vermelha para Amelinha.Mandei quatro letras seguindo seu jeito de compor para poucos entender.Estareibem Lafaiete no seu Show,foram muitos que vi,vou levar as letras.Estou doente, talvez seja o último show seu que vou ver.Eu cantava na noite,sei muitas composições duas.Deixa eu subir só palco,se não for p cantar com vc,pelo menos um abraço.Jaqueline de Congonhas!

GuimaK

Porto Alegre - RS

27/07/2026 23:44:53

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Minha primeira vez com Zé Ramalho Quase 50 anos depois de ouvir Zé pela primeira vez em 1978 - quando a agulha tocou o vinil e o Quasar empurrou o som de A dança das borboletas para as Akai -, me sinto ainda como o menino de 13 anos que espera o irmão chegar da capital com o LP do ZR. Escrevi sobre isso e compartilho a íntegra da crônica em: https://substack.com/@guimak/p-208754906

Jadiel Santiago

Balsas - MA

20/07/2026 07:11:06

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Olá, Zé. Tudo bem? Há anos acompanho sua trajetória com o ouvido atento de quem procura compreender o que existe por trás da criação musical. Estudando seu catálogo, deparei-me com um enigma que passou a me inquietar: o intervalo de dez anos entre Sinais dos Tempos, de 2012, e Ateu Psicodélico, de 2022. Durante esse período, houve regravações, releituras e tributos, mas poucas inéditas. Por que a caneta silenciou por tanto tempo? Quando Ateu Psicodélico foi lançado, ouvi o álbum com muita atenção. Serei sincero: como admirador da força criativa dos anos 1970, não encontrei nele o mesmo impacto musical dos grandes clássicos. Entretanto, como pesquisador, achei o disco fascinante. Sua poética despertou em mim uma série de perguntas. No manifesto do encarte, você escreveu que as doze canções nasceram no isolamento imposto pela Covid, em “mediúnicas horas de inspiração e silêncio”, e que suas sonoridades seriam “fagulhas que apressam os neurônios”. Percebi ali um compositor diferente. A intensidade da juventude, atravessada pelo underground recifense, pelas experiências daquele período e por um ambiente de transgressão, parece ter dado lugar a uma criação mais consciente, concentrada e cerebral. Por isso, lanço algumas perguntas ao vento: A mente sóbria do artista maduro precisou de um acontecimento extremo, como a pandemia, para reabrir a janela das composições inéditas? Sem os antigos estímulos e excessos, o domínio da técnica passou a administrar com mais cuidado a energia destinada à criação? Quem é o Zé Ramalho mais verdadeiro: o compositor conduzido pelo transe poético de Avôhai ou o artista consciente de Ateu Psicodélico, que aprendeu a administrar o próprio silêncio? Venho pesquisando a relação entre estados mentais, uso de substâncias, composição e sobriedade. Meu interesse principal está no que acontece com o processo criativo depois que o artista abandona determinadas experiências e passa a produzir sob outra condição física, emocional e mental. Gostaria de saber se você já tratou dessa transição, do silêncio criativo ou das mudanças em sua maneira de compor em livros como Carne de Pescoço e Pássaro Cativo, ou em algum texto publicado em seu site. Tenho uma hipótese muito forte sobre esse mecanismo, mas reconheço que somente o próprio artista conhece plenamente as razões de seu silêncio e as transformações de sua criação. Deixo estas perguntas com profundo respeito por sua vida, sua sobrevivência e seu extraordinário legado. Um abraço fraterno, Jadiel Santiago Professor de música Balsas, Maranhão

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